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Uma Vindicação dos Direitos da Mulher

16.65

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Esta obra revolucionária e fundadora do feminismo é um clássico essencial sobre o papel social das mulheres. Em 1792, inspirada pela conquista dos direitos do Homem na França revolucionária, Mary Wollstonecraft proclamava alto e bom som que cabia ao «sexo fraco» tomar as rédeas do seu destino e quebrar as cadeias da submissão e ignorância que o prendiam. Trava-se, nestas páginas, um corajoso combate com uma moral conservadora que condenava metade da humanidade ao papel decorativo de companheira dócil do homem. Em cada linha desta resposta a Émile, de Jean-Jacques Rousseau, perpassam o acesso à educação e ao trabalho, como condição da emancipação feminina, e a ideia de que, sem liberdade, não há deveres sociais a cumprir. Uma Vindicação dos Direitos da Mulher conserva toda a sua actualidade e continuará a influenciar gerações de leitores.

Autora imortal, segundo Virginia Woolf, Mary Wollstonecraft (1759-1797) é, pelo seu legado, a primeira feminista digna desse nome. Intelectual revolucionária, professora e tradutora, presenciou a Revolução Francesa e conviveu com William Blake e Thomas Paine. A sua biografia é uma digna ilustração da obra que compôs, na qual se destacam Thoughts on the Education of Daughters (1787) e A Vindication of the Rights of Men (1790). Mãe de Mary Shelley e companheira de William Godwin, foi uma mulher à frente do seu tempo, uma convicta antiesclavagista e apologista do amor livre. Dedicou a sua vida à defesa da educação das mulheres numa sociedade hostil à emancipação feminina.

  • Título original A Vindication of the Rights of Woman
  • Tradução Elisabete M. de Sousa
  • Prefácio Maria Luísa Ribeiro Ferreira
  • Ilustração de capa e contracapa Ana Torrie
  • 1.ª edição 2017
  • N.º pp. 368
  • ISBN 978‑972‑608‑301-6