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Kitsch - Um Estudo sobre a Degenerescência da Arte

Fritz Karpfen

13.50

pvp 15 | preço web 13.50

Kitsch: futilidades baratas e desprovidas de gosto, enfeitadas com atributos artísticos; coisa que não quer dizer nada e nada exige ao pensamento; bluff que faz verter lágrimas como uma cebola; em suma, pechisbeque que especula com a alegria infantil por aquilo que brilha.

Ensaio escrito em 1925, este texto é uma das primeiras referências significativas sobre o kitsch, fenómeno que acompanha historicamente, como uma sombra, as vanguardas artísticas. Nesta reflexão decisiva e inaugural, polémica e jocosa, Fritz Karpfen escalpeliza a função dormitiva pequeno-burguesa do kitsch nas suas múltiplas encarnações, que vão do exótico-colonial à arte religiosa, do interior consolador à compensação social generalizada.

Historiador de arte, Fritz Karpfen (1897-1952?) permanece um desconhecido. Além de ter dado à estampa a presente obra, escreveu Gustinus Ambrosi (1924), uma biografia sobre este artista austríaco. Foi editor literário das publicações das Wiener Werkstätte, oficinas artísticas colectivas sediadas em Viena, que, entre 1903 e 1932, reuniram criadores, arquitectos e designers e influenciaram a Bauhaus. Destacou-se ainda como estudioso da obra de Egon Schiele.

  • Título original Kitsch
  • Tradução e introdução João Tiago Proença
  • 1.ª edição 2017
  • N.º pp. 200
  • ISBN 978-972-608-295-8